terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Dica de Leitura

Confira nossas dicas de leitura para Gestão e Marketing Esportivo.



sexta-feira, 22 de julho de 2016

Sugestão de Blogs e Sites de Marketing Esportivo

1 - Esporte Executivo (Revisa Exame)
Autor: Vinícius Lordello
Link: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/esporte-executivo/

2 - Máquina do Esporte 
Autor: Erich Beting
Link: www.maquinadoesporte.com.br

3 - Mkt Esportivo
Link: www.mktesportivo.com

4 - Blog do David Grinberg
Autor: David Grinberg
Link: https://davidgrinberg.com.br/tag/marketing-esportivo/

5 - Blog Teoria dos Jogos
Autor: Vinícius Paixa
Link: http://www.blogteoriadosjogos.com/category/marketing-esportivo/

6 - Blog do Erich Beting
Autor: Erich Beting
Link: http://negociosdoesporte.blogosfera.uol.com.br/

7 - Halfen Marketing Esportivo
Autor: Idel Halfen
Link: http://halfen-mktsport.blogspot.com.br/

8 - Futebol Marketing
Autor: Raphael Lavor
Link: http://www.futebolmarketing.com.br/

9 - Marketing & Economia da Bola
Autor: Amir Somoggi
Link: http://blogs.lance.com.br/somoggi/

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Sport Jaraguá faz ação surpresa no Dia do Futebol

Você sabia que 19 de julho é o Dia Nacional do Futebol? E foi nesse espírito, para comemorar o esporte mais popular do planeta, que o Sport Jaraguá realizou uma ação surpresa no calçadão central de Jaraguá do Sul.


Todo o elenco profissional que disputa a Série B do Campeonato Catarinense passeou pelo centro, brincando com os lojistas e torcedores que caminhavam pela calçada. Ação teve interação com a torcida, com campeonatos de embaixadinhas cujo prêmio era uma camisa do clube, além da divulgação do programa sócio-torcedor “Leão no Coração”.



Segundo Nêgo, volante e capitão da equipe, “foi muito gratificante caminhar pelo centro e receber o carinho da torcida jaraguaense. Foram diversas felicitações pela vitória na estreia e incentivos para seguir a luta no campeonato”.


“Essa aproximação do clube com a torcida faz parte do nosso planejamento. Jaraguá do Sul é uma potência esportiva e não poderíamos deixar passar em branco o Dia do Futebol, que atualmente é responsável pela geração de milhares empregos diretos e indiretos em nosso país”, afirmou Da Silva, presidente do Sport Jaraguá.


Ibmec está com inscrições abertas para Pós em Marketing Esportivo

O Ibmec está com inscrições abertas para a Pós Graduação em Marketing Esportivo. O curso está aberto para as praças do Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. A próxima turma está prevista para o mês de agosto, com aulas aos sábados das 8h às 16h30.

O investimento é de R$ 17.900,00, podendo ser dividido em até 30x de R$ 713,00. 

O coordenador do Curso é Rogerio Ramalho da Silva, Mestre em Administração pela Fundação Getúlio Vargas - EBAPE/FGV-RJ, com extensão em Philosophy, Science and Research pela DUKE University - EUA;  Especialista Pós Graduado em Gestão de CRM pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC-Rio e Bacharel em Administração de Empresas; Professor do curso de pós-graduação CBA do IBMEC/RJ e sólida experiência em Multinacionais e consultorias, atuando nas áreas de Gestão Empresarial, Marketing e Comportamento do Consumidor 

Confira o programa: 

Atividades Complementares
- Aula Inaugural (3h)
- Aula de Integração (3h)

Núcleo 
- Gestão de Pessoas (30h) 
- Estratégia empresarial (30h) 
- Marketing Esportivo (30h) 
- Gestão de Eventos Esportivos (30h) 
- Direito Desportivo (30h) 

Módulo Complementar
- Análise Financeira no Esporte (30h) 
- Gestão de Produtos e Marcas Esportivas (30h) 
- Empreendedorismo (30h) 
- Políticas Públicas e Gestão de Entidades Esportivas (30h) 

Módulo Integrador
- Plano de Marketing Esportivo (30h)
- Gestão de Arenas e Instalações Esportivas (15h)
- Planejamento e Comercialização de Projetos Esportivos (18h)
- Orientação de TCC- Online (18h)

Disciplinas Específicas
- Gestão de Carreiras Esportivas (18h)
- Responsabilidade Social e Governança Corporativa - Online (18h)

Instituição: Ibemec                 
Cidade: Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília     
Curso: Pós Graduação em Marketing Esportivo                           
Contato: (21) 3284-4000
Coordenador: Rogerio Ramalho da Silva
E-mail:Ibmecriodejaneiro@ibmec.edu.br
Site: http://goo.gl/tVPt3q

Leitura relacionada:

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Brasil de Pelotas realiza promoção para visita ao novo estádio

O Brasil de Pelotas está realizando uma ação promocional com a sua torcida. Enquanto o novo estádio Bento de Freitas é reerguido, o clube lança a promoção "Conhecendo o futuro". Ela proporcionará ao sócio Xavante a oportunidade de visitar as obras da nova arquibancada e ver a maquete do estádio, que passa por uma grande reforma. É uma oportunidade para a torcida enfrentar a ansiedade.  O projeto já tem data para acontecerá, será no dia 24 de julho, das 14 às 17h.


Para participar, o associado precisa estar com a mensalidade de julho em dia. Há duas formas de garantir presença no projeto: indo na Central do Sócio ou enviando e-mail para euvou@gebrasil.com.br. As vagas são limitadas e o interessado deverá comparecer no Bento Freitas, na data do projeto, de calçado fechado, com solado de borracha e salto baixo, evitando, assim, possíveis acidentes na obra. É proibida a entrada de animais. Serão turmas de 10 torcedores e só é permitida a participação de maiores de 14 anos.

A promoção Conhecendo o Futuro é uma parceria entre GE Brasil, Porto 5, Une Centro e Olla Studio.

Fonte: http://www.gebrasil.com.br/2016/07/18/conhecendo-o-futuro/

Clubes Catarinenses realizam Fórum de Marketing

Com a participação de dirigentes de marketing dos principais clubes de Santa Catarina, foi realizado dia 18/07, na sede da Associação de Clubes de Futebol Profissional de Santa Catarina (SCCLUBES), a terceira edição do fórum de marketing, visando, especialmente, a construção de ações que promovam o Estadual de 2017. Participaram também representantes da Federação Catarinense de Futebol, da UNISUL, do Guarani de Palhoça e do Sport Club Jaraguá.

Utilizando como exemplo algumas ações desenvolvidas pelos principais clubes da Europa, o gerente comercial da DOT Digital Group Nestor Duarte apresentou soluções para o engajamento dos torcedores do futebol catarinense. O objetivo é aumentar o público e receber recursos através de conteúdo gerado a partir do próprio clube, divulgando nos seus meios de comunicação ou por outras plataformas.


A gerente de Marketing da RBS TV Maria Cecília Tissot admitiu que é preciso juntar-se aos clubes para potencializar o valor de venda do produto “futebol catarinense”. Ela deu exemplos de como os clubes podem colaborar para otimizar o retorno dos patrocinadores. Entre os temas envolvendo a emissora, foram discutidos a abertura de sinal nas praças em dias de jogo e a necessidade de articular com maior antecedência e de forma colaborativa os projetos sociais que precisam do apoio dos clubes, além da criação de ações do patrocinador que envolvam a torcida nos estádios. Na próxima reunião do fórum, poderá ser definida a ação social para o Estadual de 2017.

O gerente de marketing e comunicação do Figueirense Gustavo Spaniol sugeriu que a RBS estudasse meios de gerar e vender conteúdo/informações dos clubes de forma semelhante à usada nos campeonatos da Europa – programas sobre atletas, história de confrontos, escalação atual.

Spaniol apresentou ainda o Relatório do Retorno de Mídia que o Ibope fez para o clube no ano de 2015. O objetivo foi comprovar que investir no futebol é retorno garantido. A partir das discussões dos números apresentados, foi sugerida a criação de um evento (uma espécie de feira) neste semestre para promover o Lançamento do Estadual de 2017, direcionado aos potenciais patrocinadores.

O fórum de Marketing serviu também para a apresentação do novo executivo da SCCLUBES, Claudio Gomes, que começou a trabalhar na entidade nesta segunda-feira. Com 25 anos de atuação na área comercial e de marketing, sendo cinco no Criciúma, ele terá a tarefa de buscar mais recursos para as competições e, especialmente, para os clubes. Na próxima semana, está prevista uma reunião com todos os presidentes de clubes para apresentar o Executivo e os projetos que a Associação pretende implementar a partir desta nova fase.

A próxima edição do Fórum de Marketing ficou agendada para o dia 22 de agosto, às 16h, na sede da SCCLUBES.

Texto e foto de Paulo Scarduelli. 
Link: http://www.scclubes.com.br/noticia/553

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Cursos de Pós-Graduação de Marketing Esportivo no Brasil


Instituição: Instituto de Ensino Superior de Brasília                 
Cidade: Brasilia                                     
Curso: Master Marketing Esportivo
Contato / Internet: (61) 3340-3747
Site: http://www.iesb.br

Instituição: Federação Paulista de Futebol                             
Cidade: São Paulo                                
Curso: MASTER EM GESTÃO DO FUTEBOL                                                   
Contato / Internet: (11) 2189-7011 
Site: http://cursomaster.fpf.org.br


Instituição: Ibemec                 
Cidade: Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília     
Curso: Pós Graduação em Marketing Esportivo                           
Contato: (21) 3284-4000
Coordenador: Rogerio Ramalho da Silva
E-mail:Ibmecriodejaneiro@ibmec.edu.br
Site: http://goo.gl/tVPt3q

Instituição: Trevisan Escola de Negócios                    
Cidade: São Paulo e Rio de Janeiro                                 
Curso: MBA em Gestão e Marketing Esportivo                           
Contato: Whatsapp (11) 96456-0105 / Grande São Paulo: (11) 3138-5201 / Demais localidades: 4003-5008
Coordenação Técnica: Thiago Scuro
Coordenação Acadêmica: Jefferson José do Vale
E-mail: posgraduacao@trevisan.edu.br
Instituição: Universidade Castelo Branco                    
Cidade: Rio de Janeiro              
Curso: GESTÃO E MARKETING ESPORTIVO                         
Contato / Internet: (21) 2128-2583 
Site: http://pos.castelobranco.br

Instituição: Fundação Getúlio Vargas              
Cidade: Rio de Janeiro                         
Curso: MBA em Gestão Empresarial                               
Contato / Internet: (21) 3799-4812 
Site: http://mgm-rio.fgv.br

Instituição: Universidade Gama Filho              
Cidade: Rio de Janeiro                         
Curso: Administração e Marketing Esportivo                                   
Contato / Internet: (21) 4062-0642 
Site: http://pos.ugf.br

Instituição: Escola Superior de Propaganda e Marketing                   
Cidade: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasilia           
Curso: Marketing Esportivo                       
Contato / Internet: (11) 5085 – 4600 
Site: http://www.espm.br

Instituição: Unifacs -  Universidade Salvador              
Cidade: Salvador                                  
Curso: MBA em Gestão Esportiva
Contato / Internet: (71) 3232-4000 /
Site: http://www.unifacs.br

Instituição: Universidade Tuiuti do Paraná
Cidade: Curitiba                                    
Curso: MBA em Gestão nos Negócios do Esporte 
Contato / Internet: (41) 3331-7643 
Site: http://especializacao.utp.br

Cidade: Florianópolis                                    
Curso: Pós Graduação em Gestão do Esporte
Coordenador: Rafael Andreis
Site 
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Indicação de Livros de Marketing Esportivo

1 - O Marketing Esportivo no Brasil  
Editora: IBME
Autores: Thiago Mansur e Rafael Zanette (Org.)
Temas: Licenciamento, Marketing Esportivo, Relações Internacionais, Gestão

2 - Marketing Futebol Clube
Editora: Atlas
Autor: Luiz Cláudio Zenone
Ver preço



3 - Marketing Esportivo: A Reinvenção do Esporte na Busca de Torcedores  
Editora: Bookman
Autores: Irving Rein (Autor), Philip Kotler (Autor), Ben Shields (Autor)
Temas: Marketing Esportivo
Comprar e-book Kindle








4 - Marketing Esportivo 
Editora: Best Seller (28 de setembro de 1995)
Autor: Francisco Paulo de Melo Neto
Info: Marketing esportivo é uma análise clara e abrangente dos bastidores do esporte e seus patrocinadores. Consultor na área de Marketing esportivo, com vários projetos realizados em clubes, associações, fundações e empresas, Francisco Paulo de Melo Neto define o conceito, a natureza e as características do Marketing Esportivo. Através de vários estudos de casos, ele analisa as novas tendências do marketing esportivo no Brasil e no mundo, os patrocínios e o merchandising, as parcerias e as franquias, e as sofisticadas estratégias de publicidade. Mostra ainda o pioneirismo de empresas que investiram no esporte dos anos 70 e no início dos 80, até os grandes eventos esportivos que estão hoje em plena atividade.





5 - O Marketing Esportivo no Brasil  
Editora: Saraiva
Autor: Marco Antonio Siqueira
Info: Com a missão de sediar grandes eventos, fica evidente a necessidade de o Brasil acompanhar o que se faz de melhor no mundo, posicionando-se na vanguarda do marketing esportivo internacional. Marketing Esportivo: uma visão estratégica e atual aborda os principais conceitos de marketing aplicando-os ao mundo esportivo e estabelecendo uma visão estratégica alinhada às melhores práticas e recentes inovações do mercado. Este é um guia de aplicação imediata em projetos de todas as modalidades esportivas, em entidades de pequeno a grande porte. "Nós brasileiros sempre fomos uma referência no esporte, dentro dos campos e quadras, mas, nos últimos anos, nos demos conta de que o desenvolvimento extracampo é fundamental: o Marketing Esportivo é a chave para o sucesso dos clubes no século XXI. Hoje, a escolha de profissionais de Marketing e gestores esportivos é tão importante quanto a contratação de um grande atleta e este livro só confirma essa realidade.” Paulo Jamelli, ex-jogador da Seleção Brasileira, professor de Educação Física, técnico de Futebol, empresário e gestor esportivo.


6 - Aprendendo com os Yankees: O que a maior franquia esportiva de todos os tempos pode ensinar sua empresa 
Editora: eBook Kindle
Autores: Thiago Ramos de Sousa - MBA - PMP
Info: Existe alguma outra equipe esportiva que tenha sido maior sinônimo de vitórias do que os New York Yankees? Tenha ganho quarenta campeonatos da American League, vinte e sete World Series, e tenha quase quarenta membros no Hall da Fama? 

Como tantas grandes instituições norte-americanas, os Yankees começaram humildes, no enlameado e desigual gramado de Hilltop Park no fim do Século XIX. Dezoito anos mais tarde, a pequena franquia de segunda classe ganhou seu primeiro campeonato. Hoje, os NY Yankees estão avaliados em mais de um bilhão de dólares. 

Desde seu inesquecível campeonato de 1923, quando o Yankee Stadium foi inaugurado, o New York Yankees têm sido uma das franquias de maior sucesso, magia e folclóre da história do beisebol e do esporte mundial. Seu início com Babe Ruth, Lou Gehrig, Joe DiMaggio, Yoggi Berra, Mickey Mantle, Reggie Jackson, e Mattingly; e, posteriormente com Joe Torre, Derek Jeter, Mariano Rivera e Alex Rodriguez, tem marcado presença constante na mitologia esportiva, dos negócios e nas vidas de seus fãs. Hoje, o boné azul-escuro, com as letras NY bordadas em branco, é símbolo amplamente reconhecido e usado por pessoas do mundo inteiro. 

Este livro conta em detalhes a história desse magnífico esporte, as estratégias de gestão, forças econômicas, mudanças sociais e as pressões políticas e jurídicas que desempenharam um papel decisivo em moldar as conquistas dos Yankess dentro e fora de campo. Lançaremos luz sobre alguns dos acontecimentos mais memoráveis do time, personalidades que comandam o jogo e controvérsias duradouras. O resultado é uma história sobre o beisebol e uma exploração da relação muitas vezes mal compreendida entre negócios e esportes até os dias atuais. 

Você pode aprender lições poderosas sobre liderança, estratégia, gestão e marketing com a maior equipe da indústria esportiva americana. Você vai aprender a arte de alianças estratégicas; empreendedorismo; valor da marca, inovação e estratégia de turnaround utilizados por esta organização. Descobrirá técnicas inovadoras de relacionamento com os clientes e novas abordagens para entrar em novos mercados utilizando preceitos fundamentais que fazem parte do jogo, alem de seus códigos secretos, da velha-guarda Hardball ao inovador Moneyball. 

Também, no coração da dinastia dos Yankees está o íncrivel histórico da organização na gestão de talentos. Os Yankees sabem como ninguém encontrar, nutrir e manter estrelas e astros. Ao contrário da crença popular, o segredo da gestão de talentos do Yankees não é a sua folha de pagamento. Na verdade, a maioria dos super-estrelas Yankees foram desenvolvidos internamente, não comprados ou negociados de outras equipes. 

Os Yankees, no contexto deste livro, servem como uma metáfora para a excelência organizacional e empresarial sustentável. Os personagens icônicos, de proprietários, técnicos a jogadores, que serviram na organização durante os últimos 80 anos são referências dos tipos de pessoas que lideram e trabalham todos os dias em nossos ambientes de trabalho. Para seguirmos uma linha de raciocínio clara começaremos contando a relação dos esportes com a vida empresarial, o contexto atual do beisebol, o que é ser uma fã dos Yankees e sua breve história de sucesso nos esportes. A partir daí começaremos a traçar e explicar as inovações feitas em seus negócios, o crescimento do clube como empresa e seus ensinamentos e exemplos para executivos, empresas e futuros empreendedores. 

Se você quer construir seu negócio em uma organização campeã, “Aprendendo com os Yankees” lhe mostrará como ir até a base principal e rebater a bola para fora do estádio. 




7 - Marketing Esportivo
Editora: Cengage CTP
Autores: Melissa Johnson Morgan (Autor), Jane Summers (Autor)
Infos: O livro apresenta uma abordagem inovadora para o estudo de marketing em um contexto de esportes. Trata o marketing esportivo sob uma perspectiva estratégica e explora tanto o marketing esportivo como o marketing usando o esporte.






8 - Uma bela jogada: 20 anos de Marketing Esportivo
Editora: eBook Kindle
Autor: João Henrique Areias
Infos: Nesta segunda edição revista e ampliada, o autor relata oito casos de marketing esportivo desenvolvidos e comercializados por sua equipe, inclusive o caso do Fla-Basquete 2009, e aborda dois temas complementares: 1) Como as empresas decidem investir no esporte e 2) Novo modelo de gestão baseado na profissionalização dos dirigentes esportivos. O livro conta com relatos de Zico, Juca Kfouri, Celso Grellet, Gilmar Rinaldi, Pelé, Ary Vidal, P.C. Andrade, Renato Brito Cunha, Carlos Augusto Montenegro, Sávio, Márcio Braga, Junior, Walter Mattos e Álvaro Esteves.




9 - Marketing Esportivo 
Editora: Bookman
Autor: Bernard J. Mullin
Temas: Os autores desta obra não apenas tomaram emprestada a teoria do marketing e aplicaram-na ao mundo do esporte, mas construíram uma nova teoria sobre o marketing esportivo com base em suas próprias pesquisas e experiências.





segunda-feira, 2 de maio de 2016

Copa Sul-Americana e Supercopa


Como já explanei anteriormente, defendo que os clubes grandes devam se unir para oferecer um produto de melhor qualidade, com campeonatos atraentes e cada vez mais lucrativos. No futebol sul-americano acredito ser essa a melhor alternativa para oferecer um produto internacional de qualidade. 
Troféu da Supercopa

A Conmebol matou uma “galinha dos ovos de ouro” ao acabar com a Supercopa, um torneio totalmente no estilo “mata-mata”[i] cujo critério para participação era ser campeão da Libertadores.
Resultado: clássicos do início ao fim, torcidas empolgadas e estádios lotados. Todos os anos tínhamos a certeza de grandes confrontos como Flamengo x Boca Juniors, São Paulo x River Plate, Cruzeiro x Independiente, Peñarol x Grêmio entre outros. Era a nata do futebol sul-americano em campo. Mesmo que alguns clubes estivessem tecnicamente em baixa, sempre pesou a tradição e a força da torcida para gerar grandes espetáculos.

Para ter uma ideia, o Cruzeiro teve uma média de 72.000 pessoas por jogo na Supercopa de 1992, ano em que o clube mineiro conquistou o bicampeonato do torneio.

Por pressão da TV brasileira e a Traffic, detentora dos direitos comerciais, o torneio foi substituído pela CopaMercosul[ii], já que clubes tradicionais como Palmeiras, Corinthians, Vasco[iii], Botafogo, Fluminense, Atlético-MG e Internacional não tinham um título da Copa Libertadores e assim não poderiam jogar o torneio.  

No início dos anos 90 o cenário era o seguinte: Taça Libertadores no primeiro semestre. No segundo semestre tínhamos a Supercopa e a Copa Conmebol (equivalente à Copa Sul-Americana).

Poucos anos antes da extinção da Copa Conmebol, a CBF passou a dar uma vaga no torneio aos Campeões da Copa Norte e Copa do Nordeste. O que possibilitou equipes como o CSA-AL, Sampaio Correia-MA e Rio Branco-AC a disputarem torneios internacionais. O torneio foi extinto por perda de força comercial e desinteresse de algumas Federações. Informações na época mostravam que os clubes uruguaios pediram para não disputar mais o torneio.

Acontece que no início dos anos 90 o cenário era bem diferente: não tínhamos a Internet tão difundida com a possibilidade de cobertura em tempo real, transmissão em streaming e redes sociais. Além disso, não tínhamos os canais fechados tão difundidos como hoje. No Brasil tínhamos o Sportv em início de atividade e com acesso muito restrito.

Hoje temos muito mais canais de mídia para a difusão dos eventos, permitindo aos torcedores e aficionados acompanharem os jogos em tempo real. Lembro-me perfeitamente que em 1993 eu tinha que recorrer à Rádio Itatiaia para conseguir acompanhar os jogos do Cruzeiro pela Supercopa. Já os gols eu só conseguiria ver no dia seguinte, no Globo Esporte, e a crônica esportiva somente na edição seguinte do jornal “O Estado de Minas”. Quanta mudança!

Como aficionado por futebol que sou, acompanhei a campanha da Ponte Preta na Copa Sul-Americana de 2013. O que me atraiu foi o ineditismo, o que gera curiosidade nos demais torcedores. Esse deve ser o grande mote da Copa Sul-Americana.

Troféu da Copa Sul-Americana
Hoje o torneio é desprezado pelos clubes grandes do Brasil, que costumam disputar com um time reserva. Além disso, o confuso critério de classificação elaborado pela CBF desmerece ainda mais o torneio. É preciso que os melhores colocados da edição anterior do Campeonato Brasileiro Série A (que não se classificaram para a Libertadores) sejam eliminados antes das oitavas de final da Copa do Brasil para conquistarem uma vaga no torneio internacional.

Por isso, defendo a volta da Supercopa como um super produto sul-americano. Esse sim poderia ter uma final única, de preferência nos EUA.

Já a Copa Sul-Americana deveria cumprir o seu papel de dar oportunidades às equipes médias de jogarem um torneio internacional, já que a maioria dificilmente teria uma oportunidade de disputar a Taça Libertadores. Com critérios de classificação que valorizem as conquistas regionais, a Copa será muito bem digerida pelos torcedores.

Cabe também à Conmebol exigir das Federações filiadas o empenho para a valorização do torneio. O que a CBF faz atualmente pode até solucionar um problema do calendário local, mas desprestigia o evento. Que tal então dar essas vagas somente aos campeões dos torneios regionais? Além disso, poderia reduzir a quantidade de vagas destinadas ao Brasil, afinal, o confronto regional na primeira fase é extremamente desinteressante.

Posteriormente falarei sobre a Taça Libertadores.





[i] - Com exceção da última edição, em 1997, cuja primeira fase foi disputada em grupos com 4 equipes cada.
[ii] - A Copa Mercosul foi disputada entre 1998 e 2001.
[iii] - O Vasco conquistou o direito de participar da Supercopa a partir de 1997, após a Conmebol reconhecer o título Sul-Americano de 1948, considerado um embrião da Taça Libertadores.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

A importância dos torneios regionais

Sou um grande defensor das copas regionais (interestaduais), pois acredito que é uma forma de democratizar o acesso das pequenas e médias equipes aos recursos da TV e patrocinadores.
A união faz a força! Torço – e muito – para que as ligas regionais tenham sucesso. Os clubes precisam unir o que há de melhor para que tenham retorno financeiro.

É preciso unir forças, conhecimento e trabalho. Não é “pegar carona” nos clubes maiores, como acontece hoje nos campeonatos estaduais. Não podemos sacrificar o Flamengo, Cruzeiro, Grêmio etc em prol da sobrevivência dos clubes do interior.

Esse tipo de pensamento é muito lesivo ao futebol brasileiro, pois impede os grandes clubes de potencializarem suas receitas e tornarem-se competitivos internacionalmente.

Os grandes precisam se juntar entre eles, eventualmente dando uma oportunidade para as equipes médias de sua região. Ainda assim, torna-se mais democrático o acesso, pois dificilmente uma equipe média/pequena conseguirá chegar à Série A do Campeonato Brasileiro, mas poderá ter êxito na Copa do Nordeste, Copa Verde etc.   

Troféu da Copa do Nordeste
A Copa do Nordeste é o melhor exemplo que temos. Uniram as potências regionais (que tecnicamente no Brasil são equipes de médio porte, basta ver que a grande maioria oscila entre Séries B e C) e não dependem de Flamengo ou Corinthians para obter sucesso. O sucesso está no regionalismo, com os clubes mais populares do Nordeste, e também dando oportunidade aos clubes menores.

Para 2018, os clubes já estudam uma competição de pontos corridos e a criação da Série B, abandonando os estaduais. Estes ficariam somente para as equipes menores, funcionando na prática como uma Série C da Copa do Nordeste.

A Copa Verde está ganhando força a cada ano. Apesar de não ter a fase de grupos e ser disputada integralmente no estilo mata-mata, a mesma já está caindo nas graças da torcida.
E todas essas copas regionais ainda possuem um importante atrativo: uma vaga na Copa Sul-Americana. O que em vias consideradas normais seria quase impossível, como ficar entre os melhores da Série A do Campeonato Brasileiro.

Troféu da Copa Verde
Além disso, essas copas se desenvolveram com a transmissão do Esporte Interativo, que buscou vias alternativas de conteúdo para se estabelecer no mercado.

As copas regionais, além de serem mais democráticas, ajudam a solucionar uma parte do calendário nacional. Não admito a ideia de que os clubes tenham que “lutar” em campo para ter calendário até o final do ano. Ter calendário o ano todo não pode depender de classificação em campeonato estadual.

Acredito que o calendário ainda tem espaço para a criação da Liga Sul, com clubes que não participam da Primeira Liga, Série A e B do Campeonato Brasileiro (Ex.: Caixas-RS, Juventude-RS, Metropolitano-SC, Inter de Lages-SC, Marcílio Dias-SC, Maringá-PR, Operário-PR etc). Assim como a Liga Sudeste, com clubes de Minas, RJ, SP e Espírito Santo, desde que não estejam na Primeira Liga, Série A ou B do Brasileirão. Ambos dando vaga na Copa Sul-Americana, a exemplo da Copa Verde e Copa do Nordeste.

Essas ligas menores teriam força comercial? Sem profissionalismo, com certeza que não avançariam. É preciso criar uma marca, despertar o desejo no torcedor. Canais precisando de conteúdo não faltam, afinal temos Sportv 1, 2 e 3; Fox Sports 1 e 2; Band Sports, Esporte Interativo 1 e 2, ESPN Brasil, além de canais abertos.

O Brasileirão, Copa do Brasil, Copa Sul-Americana e Libertadores é assunto para depois...

domingo, 24 de maio de 2015

O Brasil que compara e não faz

Quase que diariamente vejo matérias na imprensa brasileira fazendo comparações entre o futebol brasileiro e as mais diversas Ligas da Europa e outros países. A maioria absoluta mostra o nosso país em desvantagem, soando como demérito ou vergonha nacional (sempre em tom de espanto, como se fôssemos uma super potência), mostrando o quanto estamos atrasados na gestão do nosso esporte.

Não adianta compararmos, por exemplo, a Copa Libertadores de América com a Liga dos Campeões. O torneio europeu possui um alcance internacional enorme e uma combinação de fatores que fazem do mesmo imbatível.

O trabalho de marketing desenvolvido na Liga dos Campeões busca o maior alcance internacional possível, com a comercialização dos direitos de transmissão. Mas somente isso não é suficiente. Tem que haver um esforço do parceiro de mídia local para promover o evento, gerando assim mais audiência e retorno para os patrocinadores e clubes participantes.

É o que vimos no Brasil, quando a UEFA fechou um acordo de transmissão com a TV Globo, buscando mais audiência no “país do futebol”, pois não estava satisfeita com os resultados obtidos com a TV Bandeirantes. (1)

Hoje no Esporte Espetacular, na TV Globo, passou o último episódio da “Liga dos Sonhos”, uma série especial sobre a Liga dos Campeões. Uma produção de fazer inveja na Taça Libertadores e na Conmebol e de deixar nós, torcedores sul-americanos, com brilho nos olhos.

Fica evidente que falta para a Conmebol um trabalho de marketing mais elaborado, como a produção de conteúdo sobre a Libertadores para as mais diversas mídias, a obrigação de transmissão das finais pelos canais de TV abertos que detêm os direitos de transmissão do torneio e diversas outras ações.

Sabemos que o poderio econômico do futebol brasileiro e sul-americano refletem a situação econômica do Brasil e seus vizinhos, mas a má gestão continua sendo o principal fator dos efeitos negativos. Além disso, o sistema político pelo qual o futebol sul-americano está estruturado é o grande vilão do desenvolvimento do nosso futebol.

Sou um grande fã do modelo americano de gerir as ligas esportivas com suas franquias, algo impossível de aplicar no futebol brasileiro. E para essa questão eu não vejo soluções, a não ser contar com a competência de um dirigente ou outro, ou um esforço partindo da Globo ou da CBF. Sendo obrigada a atender o interesse de suas Federações filiadas, a CBF deixará os Campeonatos Estaduais intocáveis, mesmo que a maioria deles sejam deficitários (eu não defendo o fim dos Estaduais, mas sim uma adaptação do calendário, que falarei mais adiante).

Defendo que não adianta comparar o futebol brasileiro com as principais ligas do mundo, pois não estamos em tal patamar. O máximo que podemos fazer hoje é estudá-las e admirá-las. Nós, brasileiros, temos que nos colocar em nosso devido lugar e o máximo que podemos comparar são com os nossos vizinhos sul-americanos. Basta ver a média de público dos principais clubes argentinos, que já nos mostra que a caminhada é muito mais áspera do que imaginamos. Precisamos primeiro olhar para os lados. (2)

Estudo da Pluri Consultoria. 


quinta-feira, 5 de março de 2015